Viva a simplicidade e naturalidade dos anos 90! =DD
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Ai o estapor do Poupas... =P
Viva a simplicidade e naturalidade dos anos 90! =DD
Está explicado o deplorável estado do desenvolvimento psico-infantil em Portugal
Já não sei o que me incomoda mais, se o "laranja" (amarelo) da casa da Marta a Pescadora, se a refinada qualidade poética de frases como "ouço música no ÊMEPÊTRÊS" ou se a conexão (aparentemente inexistente) entre as premissas "sou uma mulher moderna/filha de peixe sabe nadar".
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
*risos histéricos*
sábado, 19 de dezembro de 2009
A cruzada de Cavaco Silva
O Sr. Presidente, Professor Cavaco Silva, não tem muito a ensinar aos tugas, tirando o facto de fazer jus à bela máxima "laissez faire, laissez passer", ou não fosse ele um economistinha chatinho. A parte gira é que quando as coisas começam a aquecer e se fala ao amigo Cavaco sobre casamento entre homossexuais, saem-lhe prosaicas declarações, como esta que se segue:
"(...) o papel do Presidente da República deve centrar-se na união dos portugueses. Eu sei muito bem, até como economista, que apenas através da união dos portugueses nós conseguiremos uma mais rápida recuperação económica e criação de emprego".
Um must... Só de mãozinhas entrelaçadas conseguiremos vencer o défice galopante! Visão irónica, Sr. Presidente, já que nem o Parlamento e o Governo se unem.
Mas não interessam os cidadãos que estão a ter um direito fundamental recusado, pois não, Sr. Presidente? E dizia-se o senhor o "Presidente de todos os portugueses"...
Chegando-lhe o diploma às mãos, vai via Tribunal Constitucional, mexem-se uns cordelinhos e está o caldo entornado, diz-se já que é inconstitucional este grande passo que, afinal, vinha era acabar com uma inconstitucionalidade que se arrasta há demasiado tempo.
Porque o Sr. Presidente da República Portuguesa merece estar casado, porque o é com uma mulher! Porque essa senhora procriou com ele! Porque o casamento é para a procriação...! É engraçado notar que não me lembro de em parte alguma do Código Civil ou da Constituição mencionar que os filhos são parte neste contrato. Sim, Sr. Presidente, porque o casamento é um contrato. Por essa lógica, impor-se-ia o divórcio a qualquer casal que não quisesse/não pudesse ter filhos.
Ah, não? Então ponha-se de parte questão tão patética. Assume, todavia, que um casal homossexual é incapaz de cumprir com os deveres decorrentes do casamento (a título de curiosidade, veja-se o art. 1672º CC). O homossexual é incapaz de respeito, porque gesticula muito quando fala, o homossexual é incapaz de fidelidade porque é um pervertido que quer violar meio mundo, o homossexual é incapaz de coabitação, porque tem demasiados sapatos para que o seu cônjuge também caiba na sua casa, o homossexual é incapaz de cooperação e assistência para com o seu cônjuge porque vai estar demasiado ocupado a pensar para que discoteca gay vai nessa noite, portanto não vai poder auxiliar o seu respectivo, nem trabalhar para contribuir para o ganha-pão do lar, porque o homossexual é preguiçoso.
Mas isto parece-nos igualmente ridículo, não é, Sr. Presidente? Até porque se costuma observar tudo isto em milhares de casamentos heterossexuais em Portugal... Então e o Estado obriga essas pessoas a divorciar-se? Não, ainda que não cumpram com os deveres que lhes cabiam. Isto em honra da liberdade dos cônjuges, se querem estar encornados e maltratados, que estejam, como são heterossexuais e até já procriaram uma ou duas vezitas, não há problema.
E está o Estado a armar-se em papá, cheira-nos mas é ao paternalismo do Estado Novo, e a decidir a priori pelos cidadãos gay, ao não lhes permitir o exercício de um direito fundamental em razão da orientação sexual?
Francamente. Dizer que a discussão de um direito fundamental não lhe interessa, Sr Presidente, fica-lhe bem pior que as gravatas horrorosas às riscas de que tanto gosta.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Damn true
sábado, 7 de novembro de 2009
*Too good to be true...?*
E eis que SEIS ANOS depois do seu último filme em animação tradicional*, a Disney acordará para a vida! A 4 de Fevereiro de 2010 estreará em Portugal The Princess and the Frog, a mais recente longa-metragem anunciada pela companhia que tanto nos encantava no tempo do arroz de quinze. Parece ter sido uma ressurreição mesmo, a julgar pela equipa que já julgávamos perdida...
Chorem de alegria, amantes dos clássicos dos anos 90! Os realizadores são nada mais nada menos do que Ron Clements e John Musker, os grandes senhores que nos trouxeram, entre outros, The Little Mermaid, Aladdin e Hercules. E há mais... animadores como Andreas Deja (animou o Scar, por exemplo) e Eric Goldberg (o culpado pelo Génio) também estão metidos nisto até ao pescoço.
E que melhor cenário senão New Orleans em plenos anos 20? Claro está que a banda-sonora vai ser apimentada com muito jazz... =p
Uma vez mais, deu-se uma volta de 360º à história original, mas se procurarem mais infomações verão que vale mesmo muito a pena!
Any comments besides "In your face, Hannah Montana!!!" ? Chutem p'raí!
* Home on the Range, 2004
=O ESTÁ VIVA!
Andei caladinha durante uns tempos - efeito zen das férias de Verão, ou melhor dizendo, pseudo-férias... Digamos que nem longe da Faculdade se conseguiu deixar de correr... - mas eis que estou de volta!
O blog esteve a marinar durante uns mesinhos... agora impõe-se o regresso dos resmungos...
Depois não digam que não vos avisaram.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
R. - Mwahahahahah! Dez casas à tua frente, ora pega!
P. - Ah, "bais ber"! *Lança o dado, calhando numa casa que dá direito a avançar seis. Vai com o peão dele até ficar bem à minha frente, olha-me todo convencido e declara:* Vês?! Isso chama-se KARMA! É o teu mau karma! Como me gozaste agora és prejudicada, o que fazes aos outros reflectir-se-á (notem a palavra cara) no que te acontece daí para a frente!
"KARMA"?!! Ele tem 10 anos! *estremece só de pensar como será viver com ele daqui a três*
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Rasgadas as luvas que me protegiam as mãos e arranhados os meus braços, o Xico parou de se debater e bastou-se com miados desesperados durante o martírio. (Aos amantes nerds de gatos devo dizer que fui aconselhada a submeter o bichinho, uma vez que, como larga muito pêlo, o banho é essencial para prevenir bolas de pêlo demasiado grandes que o levariam a engasgar-se.) Findos os minutos refrescantes no tanque, vali-me da toalha, nunca com movimentos bruscos - há que recordar que o gato é um animal visto erradamente como domesticado - e enxuguei a criatura, que agora passara do gutural "miaaaaaaaaaaaaaaaaaaau" para um "hmmmmmmmmmm!" ameaçador.
Cautelosamente, coloquei-o no chão e afastei-me. E enroscando-se sobre si mesmo, o Xico começou a lamber-se enquanto os seus orbes azuis se fixavam em mim, ardendo com o mesmo fogo que vejo nos olhos da minha mãe cada vez que a Ministra da Educação aparece na televisão.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
"Amanhã é feriado, e quinta-feira é Domingo"
Velhinha 1 - Ó Dª Fátima, bom feriado e bom Domingo!
Velhinha 2 - Ui, Dª Lurdes, é logo tudo de rajada?!
Velhinha 1 - Então, milher! Amanhã é feriado, e quinta-feira é Domingo!
Velhinha 2 - Domingo?!
Velhinha 1 - Sim! Então, não é Dia do Corpo de Deus? Ai, eu gosto munto do Dia de Corpo de Deus, para mim é Domingo, é dia santo! Para si não é?!
Velhinha 2 - Ó Dª Lurdes...mas eu sou Testemunha de Jeová!
Poderão imaginar a cara da Dª Lurdes perante tal resposta. Todos os dias conhece muito bem a outra porque lhe conta todas as tramas da sua vida e da vida alheia, porém não foi perspicaz para fixar, durante essas conversas, que a companheira de mexericos professava outra fé que não a sua...
Mas já lá dizem os Antigos..."pimenta no cu dos outros no nosso é refresco", e agradecem os demais passageiros à Dª Lurdes, que nos brinda logo pela manhã com estas preciosas pérolas das relações sociais.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Nova mascote
*Copyright Sardinha
sexta-feira, 15 de maio de 2009
"E a seguir ao 112..."
Eis que o mesmo se passa quanto aos artigos dos vários Códigos Tributários. Entenderá o leitor que os estudantes, expostos nesta altura do campeonato académico a longas horas de estudo e poucas de sono, se reservam o direito de cochichar e brincar mal apanham a genial docente de costas. E isto foi o que aconteceu na passada quarta-feira...
S. - 'Tou farta destaj'aulas*!
R. - *silêncio, folheia furiosamente os Códigos*
G. - E do artigo 2º passamos para o artigo 3º.
C. - *pragueja* Só sabe dizer que depois do tal vem o seguinte!
R. - Ei, ó S., sabes o que vem a seguir ao 112?
S. - O 113?
R. - Não, o INEM!
Compreenda-se o desespero dos intervenientes ante a magistralidade da exposição da docente, na avaliação da piada seca.
*S. é habitante de Oliveira de Azeméis.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Auto-estima
Só lhe queria mais a auto-estima...
domingo, 19 de abril de 2009
E então?
É por estas e por outras que *odeio* o Governo vigente.
A Lei 40/2007 de 24 de Agosto veio criar o regime de constituição imediata de associações. A matéria recai em domínio concorrencial de criação legislativa – significa que tanto a Assembleia da República (= Parlamento, para quem não o saiba) como o Governo podem legislar sobre ela. Ou seja, se a AR faz uma lei, o Gov pode fazer um decreto-lei que a altera.
Foi o que aconteceu: o Decreto-Lei 247-B/2008, de 30 de Dezembro veio simplificar a simplificação operada pela Lei 40/2007. Reparemos que pouco mais de um ano se passou entre os dois diplomas legais...
Não levem a mal o tom resmungado, eu até seria socialista se o actual PS o fosse... É só que me chateia um pouco que o órgão governamental desautorize o ógão parlamentar desta forma.
Agora descasquei-me a rir-me. Acabo de me lembrar que temos uma maioria absoluta – a vontade do Governo casa-se com a vontade da AR, já que temos “socialismo” (reforcem-se as aspas) nos dois órgãos constitucionais. O equilíbrio procurado no sistema de governo teorizado torna-se impraticável nestas condições (salvo nas situações em que o audaz Manuel Alegre consegue puxar mais uns quantos companheiros de partido a votar contra as iluminadas propostas da bancada socialista).
Então, se as ideias são as mesmas, o que a AR obesamente socialista quer é o que o Governo quer.
Então, teremos o próprio partido a desautorizar-se e contradizer-se...
Então porque não houve regime simplificado desde o início, se é tão espertinho o nosso conselho ministerial?
E então, num ano acha-se que sim e no outro acha-se que sim não chega?
Mas então, por que diabos fazem os juristas e os aspirantes a juristas andar a saltitar de lei em decreto-lei?
Mas então o simplex é a encarnação de tudo o que é bom?
Mas então, por que diabos se altera a mesma coisa no espaço de um ano? Não há coisas mais urgentes a tratar?
E então?
Então?!
Ainda bem que este ano há eleições...!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
A ervilha
Hoje atirei uma ervilha para a sopa do P., estava a Alta-Autoridade de costas e sem possibilidade de testemunhar ocularmente a ocorrência. Resultado?
P. - MÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃE!!!! *riso histérico perante a dança vitoriosa de R.* ELA atirou-me uma ervilha p'rá sopaaaaa!
M. - Come e cala-te.
R. - *abafa o riso, sentindo-se a maior fuinha deste mundo*
P. - *afasta a ervilha para a beira do prato, olhando R. de lado* Uam quero...
M. - Vê lá se tenho de ir aí.
R. - *aponta para P., um sorriso maroto de orelha a orelha, faz menção de bater palmas*
P. - *revolta da criancinha, que, ainda rindo, se encontra revestido de magna fúria*

O P. pegou na ervilha com dois dedinhos, cheirou-a, simulou enjoo e, posto um berro da parte da Alta-Autoridade, enfiou-a na boca e mastigou penosamente. Eu ria-me na cara dele com a maior lata deste mundo.
Ainda lhe quis atirar milho doce também, mas haja limites à ambição humana. Certo foi que, por uma vez, o P. bebeu do seu próprio veneno... =P
quinta-feira, 26 de março de 2009
A revolta da vizinhança
A infame exigência disfarçada atrás do sorrisinho cínico!E tudo por causa de meia dúzia de pêlos de gato! Lá fui eu com o martelo e os pregos atrás colocar uma nova rede na janela da adega, não vá a excelentíssima vizinha achar o seu direito de propriedade vilipendiado pelas dormidas nocturnas do Xico sob os seus preciosos sacos.






